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Postagens

Alagamento do Ribeirão das Pedras - março de 2016

Vídeo documentando alagamento ocorrido em 2 de março de 2016 no Ribeirão das Pedras, nas proximidades do Parque Ecológico Hermógenes Leitão Filho e na Estrada da Rhodia, no distrito de Barão Geraldo em Campinas, São Paulo. Link direto:  https://youtu.be/q0np8cCan2s
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Estudo de Impacto Ambiental - Loteamento Reserva Dom Pedro

Apresento aqui os links para o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) do Loteamento Reserva Dom Pedro elaborado em 2010 pela Consultoria Estudio Ambiental, de Campinas - São Paulo. Sobre o empreendimento Loteamento Reserva Dom Pedro Segundo o EIA: "O presente documento faz parte do Processo SMA nº. 2975/2009 e apresenta o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e seu respectivo Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) a ser submetido à Companhia Ambiental do Estado de São Paulo, junto ao Departamento de Avaliação de Impactos Ambientais (CETESB/DAIA), elaborados conforme as determinações da legislação pertinente, em especial as Resoluções CONAMA nº. 001/86 e 237/97, como parte do processo de licenciamento ambiental do empreendimento Plano Urbanístico Gleba A2, a ser implantado no município de Campinas, São Paulo". (ESTUDIO AMBIENTAL, 2010a, Vol. 1, Cap. 1, pág. 1) Apresentação do loteamento Reserva Dom Pedro Fonte: Revista do EIA-RIMA da

Poluição Atmosférica em Campinas e Paulínia

Dados consultados na reportagem de Bruno Bacchetti (2014) no Correio Popular mostram a emissão de Dióxido de Carbono nos municípios da Região Metropolitana de Campinas a partir do Anuário Estatístico de Energéticos de São Paulo (2014). As emissões estão em 10³ t/ano e referem-se à queima de combustíveis fósseis no ano de 2013. Abaixo reproduzo a reportagem disponível no site do Correio Popular que infelizmente não traz os dados que estão na versão impressa. Refinaria, carros, indústrias e muita poluição na RMC Região Metropolitana de Campinas teve crescimento da emissão de carbono em 2013 e pode ter aumento da temperatura média nos próximos anos 05/10/2014 - 05h00 - Atualizado em 04/10/2014 - 22h20 | Bruno Bacchetti Uma das áreas mais desenvolvidas do País, a Região Metropolitana de Campinas (RMC) paga o preço pelo alto grau de industrialização e elevada frota de veículos. Segundo o Anuário Estatístico de Energéticos 2013, divulgado pela Secretaria de Estado de Ener

Água de Campinas causa aceleração no desenvolvimento da puberdade

Pesquisa revela que Água das torneiras de Campinas causa aceleração no desenvolvimento da puberdade em ratas. É o que revelou a pesquisa realizada pela patologista Marize Solano, na Universidade Estadual Paulista (Unesp). Veja reportagem publicada na Revista Pesquisa Fapesp de julho de 2015, republicada abaixo: Da torneira ao útero Revista Pesquisa Fapesp,  Edição 233 | Julho 2015 http://revistapesquisa.fapesp.br/2015/07/15/da-torneira-ao-utero/ Uma série de estudos já detectou na água potável de várias cidades, sempre em doses muito pequenas, a presença de substâncias que afetam o funcionamento hormonal, conhecidas pelos especialistas como interferentes endócrinos. São contaminantes com origem em atividades humanas e que não são eliminados de maneira satisfatória pelas estações de tratamento de água.  Durante o doutorado no campus de Botucatu da Universidade Estadual Paulista (Unesp), a patologista Marize Solano foi além da detecção das substâncias na água. Ela analisou o e

Unicamp poluindo o Parque Hermógenes Leitão Filho, de novo!!

Reportagem recentemente publicada por Verzignasse (2014) no Correio Popular retoma a questão da poluição das águas no  Parque Ecológico "Professor Hermógenes de Freitas Leitão Filho".  A principal suspeita cai sobre a sua vizinha Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e a CETESB já solicitou  da Unicamp a adoção de medidas imediatas como limpeza do local, aeração dos pontos críticos e medidas para cessar lançamentos indevidos. Há 10 anos foram feitas as primeiras denúncias sobre o lançamento de esgoto e efluentes por parte da Unicamp nos açudes do Parque (SEVÁ FILHO, 2004, 2005), e há sete anos, os locais de lançamento foram identificados no Mapa de Riscos da Bacia do Ribeirão das Pedras (DAGNINO, 2007, p. 95-96). A seguir reproduzo alguns trechos interessantes da reportagem do Correio Popular e dos trabalhos anteriores. Recorte do mapa de riscos de Dagnino (2007) destacando o local de lançamento de esgoto da Unicamp  [Mapa completo em: http://goo.gl/TisZqd ]

Coleta de lixo mecanizada em Barão Geraldo

Dede o início de maio de 2014 centenas de contêineres/lixeiras de plástico verde estão sendo colocadas nas ruas e avenidas de Barão Geraldo. Elas fazem parte de um sistema adotado pela Prefeitura Municipal de Campinas (Gestão Jonas Donizette) de coleta mecanizada de resíduos sólidos orgânicos da concessionária RENOVA. As lixeiras tem gerado controvérsia entre os moradores, uns favoráveis e outros contra, e sobretudo estranhamento: decidiram isso sem avisar ou consultar a comunidade, os moradores?. E ficam os questionamentos: A mecanização gerará desemprego? O material plástico que compõe a lixeira vai aguentar o lixiviado (chorume) que sai do lixo orgânico? E vai aguentar o sobe e desce do braço mecânico do caminhão de lixo? Os moradores vão aceitar caminhar alguns metros a mais para depositar o seu lixo? São perguntas que serão respondidas no desenrolar do debate entre moradores, prefeitura e concessionária, aguardem... Enquanto isso reproduzo um vídeo da Band Cidade, "Nova

Tornado em Campinas: um novo risco para a Mata Santa Genebra

No dia 14 de janeiro de 2014, um tornado da categoria F0 da escala Fujita , com ventos de mais de 100 km/h (registrados pelo Centro de Pesquisas Aplicadas à Agricultura -  Cepagri  - da Unicamp), causou a derrubada centenas de árvores no distrito de Barão Geraldo, em Campinas. Na Área de Relevante Interesse Ecológico  Mata de Santa Genebra , uma Unidade de Conservação federal localizada no distrito, aproximadamente 200 árvores de espécies nativas foram ao chão (BACCHETTI, 2014a, 2014b). Recorte do mapa de riscos da Bacia do Ribeirão das Pedras com destaque para os riscos envolvendo a Mata Santa Genebra Fonte:  Dagnino  (2007) Pesquisadores e funcionários da Fundação José Pedro de Oliveira, responsável pela área protegida, trabalham na identificação de espécies afetadas pelo tornado. Devido à existência de áreas de difícil acesso, não é possível quantificar exatamente a vegetação afetada (logo depois do tornado surgiram informações de que seriam 200 árvores), mas sabe-se que e